Há dois dias que me estou a passar da marmita com a Vodafone, já que pago net com velocidade de 7Mb/s e não consigo downloads a mais de 20Kb/s.
Depois de horas na linha de atendimento e outras tantas a reclamar, metendo a Anacom ao barulho, recebo esta bela SMS:
«Porque o equilibrio resulta da troca entre o que se recebe e o que se da, partilhe os seus sonhos e contagie. A Vodafone deseja-lhe Feliz Natal e Bom 2011.»
Nem na acentuação acertam. É triste.
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segunda-feira, 20 de dezembro de 2010
quinta-feira, 16 de dezembro de 2010
Das Carneirices VII
«Like two of our runners-up this year, Julian Assange and the Tea Party, Mark Zuckerberg doesn't have a whole lot of veneration for traditional authority. In a sense, Zuckerberg and Assange are two sides of the same coin. Both express a desire for openness and transparency. While Assange attacks big institutions and governments through involuntary transparency with the goal of disempowering them, Zuckerberg enables individuals to voluntarily share information with the idea of empowering them. Assange sees the world as filled with real and imagined enemies; Zuckerberg sees the world as filled with potential friends. Both have a certain disdain for privacy: in Assange's case because he feels it allows malevolence to flourish; in Zuckerberg's case because he sees it as a cultural anachronism, an impediment to a more efficient and open connection between people.»
Artigo integral aqui.
Que a revista das salas de espera do mundo anglo saxónico haja escolhido para personalidade do ano o Zuckerberg, é lá com eles. A opção é tão pimba e glorificadora da era bimba das internétes que até merece pena.
Mas propagandarem o Zuckerberg como voluntarista esforçado na construção de amizades é de uma bestialidade inefável. O hi5 2.0 - vulgo Facebook - não serve para fazer amigos. Serve para chamar amigos a pessoas da internéte que não se podem catalogar sob qualquer outra categoria, e, acima de tudo, para big brotheriar. E não é para big brotheriar os estranhos. É antes para os «conhecidos». Os actuais, e aqueles que as voltas da vida, por bafejo da sorte, reconduziram para longe. Servindo agora os mecanismos popularuchos para rebombardear os utilizadores com certas existências sem as quais passariam muito bem. Quiçá melhor ainda.
Num dos casos em que produziu crónicas deveras bem escritas, o Miguel Esteves Cardoso referiu que a amizade tinha aquela propriedade de ser impossível localizar no tempo o momento do seu início. Agora parece que deixou de ser assim. Passa a produzir efeitos a partir da aceitação contratual do «friend request».
quinta-feira, 11 de novembro de 2010
Da Génese do Livro das Trombas, Adaptada ao Cinema III
Sim, o post anterior foi motivado, em percentagem nunca inferior a 40%, pela vontade de falar mal de Mark Zukerberg.
Da Génese do Livro das Trombas, Adaptada ao Cinema II
Quando vi o Jesse Eisenberg nesse belíssimo drama que é «The Squid and the Whale», fiquei agradada com a prestação. Mas, ainda que notável, era difícil o destaque num filme tão bem populado de prestações dignas de largos elogios.
Com o desafio que o mui badalado «The Social Network» lhe lançou, provou ser um actor dos diabos. Seria difícil imaginar geek ambicioso-e-traidor mais detestável e socialmente desastroso.
terça-feira, 9 de novembro de 2010
sexta-feira, 26 de março de 2010
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