Ontem deu-se por aqui conta de um senhor autarca que mordeu num agente da PSP, indagando-se sobre o eventual mal de raiva na origem de tão selvática agressão. [Nesta freguesia temem-se muito as infecções zombies.]
O DN, que anda a ficar mais JN/i do que verdadeira alternativa ao Público, cobriu a prestação de depoimento do autarca agressor nos Serviços do MP, cobertura essa que poderá ser lida aqui.
Ora, como bem o fez notar um anónimo a quem poderemos atribuir o aleatório nome «Márcio», foi justamente na secção de bitaite sob tal notícia no site do DN que uma criatura de Deus - e aposto que neste caso é mesmo só pelo facto de todas as criaturas o serem - redigiu o seguinte bitaite energúmeno:
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terça-feira, 14 de setembro de 2010
sexta-feira, 10 de setembro de 2010
Das Bitaitadas Energúmenas II
Ontem abriu-se o dia cá no tasco com uma metáfora audiovisual bastamente explícita, como se poderá comprovar aqui.
Ora, na página de onde se retirou tão magnífico pedaço documental, uma certa criatura apôs uma bitaitada energúmena que merece destaque:
Ora, na página de onde se retirou tão magnífico pedaço documental, uma certa criatura apôs uma bitaitada energúmena que merece destaque:
quarta-feira, 8 de setembro de 2010
Das Bitaitadas Energúmenas
A mais recente tragédia cá do burgo é a de uma médica de 55 anos que foi, alegadamente, assassinada pelo filho de 24 anos, estudante de medicina na UC. O choque da comunidade foi tão grande que o Calino esgotou ao final da manhã, comprovando a sua eterna vocação.
Porque alguém me disse «Ah e tal deves conhecer a Sr.ª... pelo menos de vista. Lá do bairro.», vim tentar voyeurar o rosto da vítima às internétes.
E em boa hora obedeci a um instinto tão parvo: encontrei um comentário tão belo na página do Público que ostenta a notícia da tragédia criminal, que, a partir de hoje, se inaugura uma nova rubrica cá no tasco (cujo nome é o título da presente posta).
Le voilá,
Porque alguém me disse «Ah e tal deves conhecer a Sr.ª... pelo menos de vista. Lá do bairro.», vim tentar voyeurar o rosto da vítima às internétes.
E em boa hora obedeci a um instinto tão parvo: encontrei um comentário tão belo na página do Público que ostenta a notícia da tragédia criminal, que, a partir de hoje, se inaugura uma nova rubrica cá no tasco (cujo nome é o título da presente posta).
Le voilá,
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